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Preservação

Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013

 
     

Audiência pública discute preservação do Butiazal de Tapes

  

“Ele tem vocação técnica para ser uma área de conservação”, sobre o local que possui cerca de 450 espécies vegetais e 170 espécies de aves, sendo que algumas delas usam o local como rota migratória. 

  

Ricardo Ramos    
Vista aérea do Butiazal de Tapes


Por Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul

 Um grupo de trabalho foi criado para discutir a melhor forma de proteção e preservação do Butiazal de Tapes. A decisão foi tomada em audiência pública realizada pelo Ministério Público na manhã dessa quinta-feira, 24, na Câmara Municipal de Tapes. O Grupo, que deverá se reunir a partir de março, é composto pelo MP, Prefeituras de Tapes e Barra do Ribeiro, Fundação Zoobotânica, Sindicatos Rurais, Farsul, UERGS, Fetag e representantes do movimento ambientalista. 

Um inquérito civil regional do Ministério Público discute a proteção do Butiazal de Tapes, que possui importância ambiental por abrigar mais de 50 espécies de animais e plantas em extinção. Considerado o maior butiazal contínuo do Estado, ele fica em Tapes, no limite com Barra do Ribeiro. 

Na audiência pública, que contou com a participação de 140 pessoas, entre proprietários de imóveis da área, ambientalistas e outros interessados, o Biólogo da Fundação Zoobotânica, Ricardo Aranha Ramos, fez um relato detalhado do trabalho que realizou sobre o Butiazal. “Ele tem vocação técnica para ser uma área de conservação”, destacou. O Biólogo informou que o local possui cerca de 450 espécies vegetais e 170 espécies de aves, sendo que algumas delas usam o local como rota migratória. 

Já o Prefeito de Tapes Silvio Luiz da Silva Rafaeli afirmou que o Município está preocupado em preservar o meio ambiente, sem esquecer da sua vocação de produtor agropastoril. Também foi apresentado vídeo com depoimento de Nair Heller de Barros, proprietária da Fazenda São Miguel, destacando a importância de preservar o Butiazal de Tapes. 

Os trabalhos foram presididos pelo Promotor de Justiça Alexandre Skinowski Saltz. Ao final, o Promotor de Justiça ressaltou que a audiência pública teve resultado altamente satisfatório, porque as várias manifestações foram sempre no sentido de preservar o meio ambiente. 

Também participaram da audiência a Promotoria de Justiça de Tapes, Carla Pereira Rêgo Flôres Soares; vereadores, representantes de Ongs e servidores públicos.

EcoAgência Solidária de Notícias Ambientais

  
  
  
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